Em um mercado onde percepção pesa tanto quanto entrega, a forma como um profissional se apresenta também entra no jogo, e isso vale (muito) para quem trabalha com comunicação.
O conceito de capital erótico não tem a ver com sensualidade gratuita, mas com um conjunto de elementos como presença, postura, carisma, imagem e linguagem não verbal, que influenciam diretamente a maneira como você é lido(a) em reuniões, eventos, bastidores e negociações.
Para assessores de imprensa, que vivem de relacionamento, acesso e credibilidade, entender esse tema pode ajudar a separar o que é estratégia do que é exagero, e principalmente a usar a imagem como ferramenta de autoridade, sem perder a essência.
RECOMENDAÇÃO DO P.A.I: se você quer uma explicação prática (sem moralismo e sem “coachização”), vale assistir ao vídeo do canal Viver do Jornalismo sobre capital erótico, onde a Patrícia aprofunda o conceito e mostra como isso aparece na rotina de quem faz assessoria e quer ser mais bem percebido(a) — inclusive na hora de cobrar e fechar contratos.
